quinta-feira, 9 de junho de 2016

Jesus foi preso novamente

Jesus foi preso novamente
PDF



Um homem dizendo chamar-se Jesus, foi preso esta semana, quando andava pelas ruas com trajes não muito comuns à moda ditada pela alta costura. Andava com os pés descalços, e vestia uma túnica branca, corroída e maltratada pelo tempo. O homem, quando questionado sobre sua origem e seus documentos, respondeu apenas que era filho de José e de Maria. E tinha outro pai que era arquiteto. Não tinha consigo um CPF, e também não tinha documento de identidade ou carteira de trabalho. Não foi possível identificar os nomes completos de sua filiação. Sem RG e sem CTPS, foi encaminhado a delegacia, onde foi interrogado pelo delegado.

O homem andava por bairros humildes, promovendo conselhos e ajudas a população carente. E realizando algumas curas indicando o uso plantas medicinais. Realizando algumas praticas da cultura oriental com o uso da imposição das mãos. Também fazia rezas com usos de galhinhos e ramos de folhas. Questionado sobre seus registros nos conselhos de medicina e psicologia, afirmou que não tinha registro no CRM, como também não tinha o registro no CRP. Estava ajudando a população carente a construir casas e igrejas, com pouco recursos e pouco dinheiro, mas não tinha registro no CREA. Nem o diploma de teólogo ele tinha.

Pesquisando arquivos na delegacia, na intranet e pela internet, o delegado descobriu que um homem chamado Jesus, também sem documentos, já tinha passagens na policia, em outros momentos e outros lugares do planeta e comunicou a INTERPOL.

Questionado sobre suas palavras de educação e orientação aos jovens, também foi descoberto que não tinha cursos de licenciatura ou um curso de pedagogia. E também não teria algum curso de especialização na área de educação. O jovens o chamavam de mestre, mas ele não apresentou nenhum diploma universitário de graduação, quando o delegado concluiu então, que não tinha o titulo de mestre, como uma pós-graduação. Como também não possuía diploma de curso básico/fundamental ou médio, do primeiro ou do segundo grau. Não podia nem mesmo ser um agente de saúde, visitando as casas. Sem documentos ou diplomas, não poderia prestar um concurso.

Por baixo da túnica e sobre o peito, portava um objeto estranho, preso por um cordão. Um objeto em forma de cruz. E quando questionado sobre a sua utilidade mostrou seu uso sobre uma mesa. Servia de régua, esquadro e compasso, e disse ser a salvação. mas dependendo do seu uso, poderia ser um símbolo ou uma arma. Na historia aconteceram as Cruzadas, foi usado como símbolo religioso e espada.

O instrumento que Jesus portava, ajudava a construir as casas. Fazer cálculos, medir ângulos, estimar prumos. Mas também podia ser um símbolo religioso, uma faca ou uma espada. As crianças na comunidade carente, quando brincavam, usavam o símbolo como um avião. Os pais das crianças quando construíam igrejas ou casas, usavam o símbolo como uma pá ou picareta. Os policiais chegaram usando o símbolo como uma metralhadora. O delegado seguiu o rumo da investigação tendo o símbolo como uma arma.

Quando questionado sobre onde tinha adquirido conhecimentos, respondeu que costumava frequentar livrarias e bibliotecas, e gostava de ler livros, em estilos diversos. Sem documentos de identificação, sem certificados ou diplomas que comprovassem seus conhecimentos, portando uma arma branca, o delegado fez um B.O. e o encaminhou para uma cela.

Jesus agora esta preso, aguardando julgamento. É acusado de falsidade ideológica e exercício ilegal de algumas profissões. Com o agravante do uso de armas, branca ou ideológica.


RN, 09/05/2016


Texto disponível em:

http://digestaodainformacao.blogspot.com.br/2016/06/jesus-foi-preso-novamente.html

http://bureaudeinformacoes.blogspot.com.br/2016/06/jesus-foi-preso-novamente.html

https://plus.google.com/+RobertoCardosoMaracaja/posts/NfkQ4kF17X3









segunda-feira, 16 de maio de 2016

UIB abre inscrições – Considerações finais e fora do edital.


UIB abre inscrições – Edital

Considerações finais e fora do edital.

 PDF 643





Texto anterior

UIB abre inscrições – Edital | Edital UIB 001/2016 | PDF 642

Texto disponível em:






Considerações finais e fora do edital.



Assim seguem os cursos e faculdades, coletando o conhecimento emanado pelo povo, roteirizando e fundamentando como conhecimento cientifico, para serem oferecidos como um produto imaterial nas faculdades e universidades. Um produto intelectual e intelectualizado, por mestres e doutores, diretores e reitores, escolas e colégios, faculdades e universidades. Especialistas e protagonistas de um conhecimento. A velha estratégia de dominar um conhecimento, o antigo argumento de quem tem um conhecimento, domina e determina um poder. Com divisas e limites ocultos e invisíveis. O produto conhecimento é imaterial e intelectual. Provindo da doutrina filosófica do kantismo, ligados aos fenômenos da inteligência, que transcende o mundo material.

As escolas, colégios, faculdades e universidades funcionam oferecendo uma parte de conteúdo de determinado tema, determinado seguimento do denominado conhecimento cientifico, que pode ser cobrado em testes e provas, sem consultas em bibliografias ou colegas ao lado. Oferecem conhecimentos e riscos. Os riscos de o aluno ser reprovado, por falta de conhecimento e falta de comparecimento. O modelo foucaultinano de vigiar e punir, tornando os alunos dóceis e uteis a um mercado de trabalho ou de consumo. O “dispositivo panóptico” foucautinano, quando o aluno precisa saber que está sendo vigiado. Todos em uma sala avistam o professor e o professor avista todos os alunos. O aluno é vigiado e pode ser punido. Ainda que as regras do Direito não obriguem um réu ou acusado, a criar provas contra si, o aluno cria provas de próprio punho, que podem medir e avaliar o seu conhecimento, identificando se leu e estudou o conteúdo ofertado.

Por fim a universidade produz um produto. Transformam o aluno em produto denominado profissional, por vezes especializado. Um produto disponibilizado para as empresas, que guardam o direito de usar/consumir ou não usar/não consumir. Ainda irão avaliar seus currículos, e molda-los de acordo com a necessidade da empresa.

O profissional como um produto destinado a um mercado. Mercados de trabalho e mercado de consumo. Uma elite se destaca, os que estão posicionados em uma elite do conhecimento, no topo da pirâmide. Estão munidos de certificados e títulos, isolados dos que estão na base da pirâmide. Os que conseguem chegar ao topo da pirâmide, criam dificuldades aos que desejam se posicionar no espaço ocupados por eles. Criam documentos e situações privilegiadas. Criam documentos que os destacam e referendam suas posições e seus conhecimentos. Documentos impressos em papel simples ou papel moeda, como certificados e títulos, que quanto mais raros, mais valores possuem, sob o ponto de vista bourdiesiano. Criam provas, testes e concursos, baseados em seus critérios de escolha. Indicam uma enormidade de livros densos e espessos como fonte de pesquisa para uma prova, e com meia dúzia de perguntas fazem uma avaliação, uma seleção.

O documento bíblico deixou uma liberdade a Adão e Eva, de provar e comer todos os frutos encontrados no jardim do Éden, menos a arvore localizada no meio do jardim, a arvore do verdadeiro conhecimento. E assim vem acontecendo com a academia, onde o conhecimento é reservado aos deuses. Deuses acadêmicos, os filhos de Lattes. E aqueles que desobedecem aos deuses podem ser expulsos ou nem entram do paraíso. Terão que buscar outras plagas.

A ciência, o conhecimento acadêmico e cientifico é uma nova religião. Com dados coletados, gráficos, tabelas e fé avalia-se o passado e acredita-se em um futuro estimado e calculado por gráficos projetados.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Roberto Cardoso (Maracajá) em/ Roberto Cardoso (Maracajá) in


Roberto Cardoso (Maracajá) em/ Roberto Cardoso (Maracajá) in



Roberto Cardoso (Maracajá) em

Roberto Cardoso (Maracajá) in






































































































Roberto Cardoso (Maracajá) em “Jornal Metropolitano”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “Jornal Metropolitano”


Textos publicados no Jornal Metropolitano. Parnamirim/RN.



Roberto Cardoso (Maracajá) em “O Mossoroense”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “O Mossoroense”


Textos publicados no jornal O Mossoroense. Mossoró/RN.



Roberto Cardoso (Maracajá) em “Kukukaya”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “Kukukaya”


Textos publicados na Revista Kukukaya. Revista Virtual.



Roberto Cardoso (Maracajá) em “Jornal de Hoje”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “Jornal de Hoje”


Textos publicados no Jornal de Hoje. Natal/RN



Roberto Cardoso (Maracajá) em Informática em Revista

Roberto Cardoso (Maracajá) in Informática em Revista


Textos publicados em Informática em Revista. Natal/RN



Roberto Cardoso (Maracajá) em Publikador

Roberto Cardoso (Maracajá) in Publikador





Textos publicados em Publikador



Roberto Cardoso (Maracajá) em Google+

Roberto Cardoso (Maracajá) in Google+


Textos e imagens em Google+



Roberto Cardoso (Maracajá) em Wordpress

Roberto Cardoso (Maracajá) in Wordpress



Textos em Wordpress



Roberto Cardoso (Maracajá) em Tumbir

Roberto Cardoso (Maracajá) in Tumbir







Textos e links em Tumbir



Roberto Cardoso (Maracajá) em ISSUU

Roberto Cardoso (Maracajá) in ISSUU


Links em ISSUU





Roberto Cardoso (Maracajá) em Linkest

Roberto Cardoso (Maracajá) in Linkest









Links em Linkest


Roberto Cardoso (Maracajá) em Jerimum news

Roberto Cardoso (Maracajá) in Jerimum News


Textos em Wordpress




Roberto Cardoso (Maracajá) em Xananas Blog

Roberto Cardoso (Maracajá) in Xananas Blog


Textos em Wordpress


http://forumaracaja.blogspot.com.br/2016/05/roberto-cardoso-maracaja-em-roberto.html



Roberto Cardoso (Maracajá) em

Roberto Cardoso (Maracajá) in








































quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

APAFIS/RN Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte

APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte



APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte


APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte


APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte


APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte


APAFIS/RN


APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte


APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte





APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte


APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte



APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte

domingo, 3 de janeiro de 2016

Deuses em 3D (1)






Deuses em 3D (1)
PDF 550


Os automóveis depois de fabricados, ou montados, são estocados em um pátio a céu aberto, a fim de aguardarem embarques, para seus destinos finais. Pátios grandes e totalmente abertos para o tempo, com Sol, chuva e vento; poeira, fumaça ou neblina. Muitas das vezes estes pátios são visualizados, com comentários, econômicos, políticos, ou de movimentos sindicais; são observados nos telejornais ou à beira de estradas. Pátios de montadoras, são usados como uma imagem para refletir momentos econômicos e políticos.

Os automóveis saem do pátio de estocagem, para então, embarcarem e chegarem em novos destinos. Partem em caminhões, denominados como cegonhas, com carrocerias estruturais e abertas, que transportam os automóveis ao tempo e ao vento, pelas estradas com destinos a uma concessionária; ou a um pátio de um porto, para aguardar a chegada de um navio. Poderão ter como destino, um outro pais, embarcarão em navios que podem trazer em seus decks e porões, automóveis fabricados ou montados em outros continentes. As multinacionais já não possuem uma pátria. Um povo nômade e sem território, procuram onde possam obter mais lucro e dinheiro com facilidade. Automóveis embarcados e desembarcados, que já passaram por chuvas e frios; calor e condensação. E manobreiros diversos. Nos pátios de portos podem estar expostos a uma intensa maresia, resíduos salinos e minerais, com uma enormidade de resíduos pulverizados, das cargas e descargas dos diversos navios. Resíduos transportados pelos ventos.

Outros automóveis de estocagens nacionais, poderão ter como destino os revendedores, e as concessionarias autorizadas, em diversos estados e cidades. E desembarcado nestas distantes concessionarias, serão novamente estocados em pátios ou estacionamentos, diretamente em contato com o tempo, pátios e estacionamentos a céu aberto, com poeira e chuva. Poucos dos direcionados as concessionarias ocuparão um lugar no pódio, lugares em vitrinas para serem expostos e visualizados pelos seus possíveis futuros clientes. Estarão com cuidados permanentes, e com guaribadas diárias. Em ambiente protegido da chuva, e as vezes com ar condicionado. O carro como um símbolo, o carro como um prêmio. O símbolo do poder e austeridade. Um carro sorteado impulsiona outras vendas.

Seus proprietários finais, depois de adquirir um carro denominado de 0 km (zero quilometro), fato não comprovado pelo odômetro, providenciarão então, um local abrigado, do sol e da chuva, do tempo e do vento. Brigarão pela poeira produzida por seus vizinhos, e com a poeira, que possa se depositar sobre suas carrocerias, motores e assentos.

E no dia a dia, aqueles automóveis que passaram por Sol ou chuva, entre um pátio e outro, com viagens ao vento pelas estradas, depois de sua montagem, sua fabricação, de seu nascimento, seguirão por ruas e avenidas em procissão, com Sol ou com chuva encontrados pelo caminho. Ao final do dia podem retornar as suas casas, depois de longas procissões, o lugar onde há um abrigo. A garagem como um púlpito e oratório, a redoma intocável, com seus seguidores admirando a obra-prima.





Em 03/01/16

Roberto Cardoso “Maracajá”

Produtor de conteúdo (Branded Content)



Texto disponível em:







Outros textos:

Branded contents





http://jornaldehoje.com.br/search/roberto+cardoso









Em 03/01/16

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN



por
Roberto Cardoso (Maracajá)
Branded Content (produtor de conteúdo)
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Jornalista Científico
FAPERN/UFRN/CNPq

Plataforma Lattes
Produção Cultural
Maracajá